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Sexta-feira, 15 de Julho de 2011

 

Com que então queijo da serra a circular em embalagem CTT entre dois RSC's à
borla. Tudo à borla! Fuga de receita CTT, embalagem CTT, abuso de autoridade
e confiança... Tudo entre amigalhaços!
Mas calma, calma, porque a Administração vai manadr a Inspecção (se é que já
não mandou) proceder disciplinarmente. E o Inspector (um daqueles que nem
precisa de acrescentar mais do que aquilo que foi) vai fazer o seu trabalho
como faz a qualquer carteiro que chega ao CDP e que não anotou duas cartas
por entregar ou que deixou um correio azul de saldo. A coisa aqui pia mais
fino, muito mais fino (ou grosso!).
Portanto, de sentinela alerta estamos! O carteiro por quase nada leva na
cabeça e os senhores subdirectores abusam deste jeito! ALERTA SENTINELA à
espera!

E ESTA HEM!!!.....

Aquilo que a Administração chama de medidas de racionalização, traduzido,
significa precaridade - agenciamentos, subcontratação, trabalho temporário e
contratação a termo - e baixos salários.

Eis, então um bom exemplo para um pais em recessão as fotos da prática
corrente entre estas duas chefias, bem cobertas por sinal, Luis Alves de
Seia e José Ferreira de Oliveira de Azeméis, de quem se espera
responsabilidade, paladinos da moralidade junto dos trabalhadores que a
Empresa lhes confiou (por sinal bem, parece!) que neste acto servem-se das
unidades agregadoras de tráfego dos CORREIOS para, em claro proveito
próprio, transportarem Queijo, Será que é para oferecer a clientes?
Certamente não será. Ou será uma nova modalidade de serviço prestado pelos
CORREIOS?



Recorrem a registos de serviço a zero euros, será que preenchem a guia
multi-produtos? Certamente não. Para não deixar rastos! Claro. Será que
existe talão aceitação? Se calhar não. Se existir justificarão como
transporte de valores, claro! Dois óptimos exemplos. Influênciam de forma
fraudulenta a estatistica nos CORREIOS gerando dados e informação enganosa e
lesiva para a imagem da Empresa. Perante comportamentos destes o que
pensarão outros trabalhadores?



Trata-se de abuso de confiança de quem lhes paga e neles confia, ainda por
sinal influenciam a qualidade de serviço, utilizando correio prioritário em
detrimento de quem paga do seu bolso o serviço para enviar o que pretende e
sujeita-se a que fique em saldo por não ser prioritário.



Certamente para isto têm explicação. Como noutras já foram tendo.
Merecem uma distinção pela forma inovadora. Até quando? Bem-haja aos
Queijeiros dos CTT!!!



publicado por Carteiro às 18:59 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quinta-feira, 7 de Julho de 2011

O antigo presidente e militante do PS, Luís Nazaré, deixa de estar ligado à instituição.

 

O governo vai extinguir o comité de estratégia dos Correios, entidade liderada pelo ex-presidente da instituição Luís Nazaré. A medida vai permitir ao accionista Estado poupar mais de 130 mil euros por ano, o que representa 15% da remuneração anual fixa dos órgãos sociais. "Parece-nos haver fundamentação suficiente que justifique a extinção do comité de estratégia dos CTT", revela o documento a que o i teve acesso e que é assinado pelo ex-secretário de Estado Paulo Campos.

Este comité de estratégia foi criado em Julho de 2008 - altura em que Luís Nazaré deixou a administração da empresa, dando lugar a Estanislau Mata da Costa - e é composto por um presidente e dois vogais. O primeiro recebe um vencimento de 3565 euros por mês e cada um dos vogais ganha 2860 euros.

Contactado pelo i, fonte oficial dos Correios diz apenas que a empresa "teve conhecimento desta decisão recentemente", acrescentando ainda que, como se trata de um desejo do accionista Estado, "a administração dos CTT não pode comentar uma decisão do accionista".

duplicação de funções A decisão de extinguir este comité teve por base as conclusões da auditoria realizada pela Direcção-Geral do Tesouro e Finanças (DGTF) que indicavam que deverá "ser equacionada a reestruturação orgânica dos CTT, em linha com a orientação expressa na resolução de Conselho de Ministros de 4 de Janeiro que prevê a redução de 20% do número dos membros dos órgãos de administração, chefias e estruturas de direcção. Essa racionalização evitaria a duplicação de funções e o acréscimo de custos dela decorrente".

O relatório vai mais longe e propõe ainda a extinção do comité de estratégia "no âmbito das medidas tendentes a uma redução dos custos operacionais da empresa e no âmbito das orientações estratégicas definidas para 2011".

Esta auditoria realizada pela DGTF pretendia analisar as funções deste organismo e verificar se o mesmo se encontrava sustentado em critérios de economia, eficiência e eficácia. Contudo, a auditoria concluiu que, tendo em conta os dados disponibilizados pela empresa, não foi possível "retirar conclusões quanto às vantagens ou não da existência do Comité de Estratégia e quanto à justificação do seu custo".

Apesar de reconhecer a importância dos temas que este organismo iria abordar - analisar novos projectos de internacionalização (Angola), criação de um modelo de negócio para os serviços financeiros em alternativa ao banco postal (novo modelo institucional sem licença bancária) e desenvolvimento de um modelo orgânico e operacional para a futura unidade de serviços partilhados - a auditoria admite que pode existir duplicação de funções na empresa do Estado, já que os CTT contam também como uma direcção de estratégia e desenvolvimento.

Os Correios dizem, no entanto, que "as funções desenvolvidas por cada uma destas estruturas são distintas e visam objectivos substancialmente diferentes, não se verificando qualquer sobreposição de funções".

gestão danosa A extinção deste comité era uma das várias exigências da Comissão de Trabalhadores (CT) da empresa. Esta auditoria vem na sequência de uma série de denúncias feitas pela CT, na altura, à Inspecção-Geral das Finanças, ao primeiro-ministro e ao ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações e que apontavam para uma gestão danosa por parte da administração dos Correios.

Os assuntos denunciados pela comissão de trabalhadores envolviam também matérias no âmbito da gestão das empresas - o que determinou a intervenção da Inspecção-Geral das Finanças - incidindo nas áreas relacionadas com aquisição/locação de bens, contratações de pessoal e política de alienação de bens e imóveis.



publicado por Carteiro às 13:42 | link do post | comentar | ver comentários (1)

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