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Sexta-feira, 1 de Janeiro de 2010

Habitantes da Freguesia de Quintanilha, do Concelho de Bragança estiveram sem correio durante cerca de 15 dias.
Nesta quadra natalícia não foi o pai Natal o responsável por não terem colocado as cartas no correio dos cerca de 400 habitantes que pertencem à freguesia.
Esta situação está a causar grandes transtornos aos moradores da freguesia de Quintanilha, e das aldeias anexas Veigas e Réfega, há obrigações e prazos de pagamentos a cumprir e a correspondência não é entregue.
As cartas de pagamentos de água, de electricidade, de telecomunicações e de finanças chegaram depois da data limite de pagamento, pelo que as pessoas vão ser obrigadas a pagar os juros que daí advém.


José Fernandes, presidente da Junta de Freguesia diz considerar ser uma situação injustiça as pessoas terem de pagar multas, uma vez que a responsabilidade é dos correios. “Há obrigações legais a cumprir e as pessoas são avisadas por carta, mas como não chegam as cartas ultrapassam os prazos e as pessoas não podem cumprir essas obrigações. As pessoas não têm culta que a empresa esteja a prestar um mau serviço”, acrescentando “em relação aos idosos, passou o natal e não receberam a pensão”, refere José Fernandes.
A Junta de Freguesia já informou as entidades competentes para alertar a situação numa tentativa destas de não cobrarem os juros de mora. “Nós à câmara pedimos que em virtude da situação não cobrasse os juros nos recibos de água, em relação à electricidade fizemos o mesmo e aos CTT para evitar que tal situação não se repita”, afirma o presidente.
O carteiro que entrega da correspondência quando questionado pela população sobre a situação diz não ter culpa do sucedido.
O responsável diz aos habitantes “não ter capacidade para distribuir tanta correspondência, porque não são as únicas freguesias em que ele faz a distribuição. Eles queixam-se que têm os contratos muito precários e a qualquer altura são postos na rua e por isso não têm estabilidade“.
A RBA foi ao local tentar perceber a situação e esteve à conversa com alguns habitantes. Eduardo Tomé, Perpétua Rodrigues e Abílio de Jesus são alguns dos nomes que não se conformam com a situação.
A RBA já tentou contactar os correios, no entanto o chefe da distribuição não está autorizado a falar.
Também tentámos contactar os serviços centrais mas até ao momento ainda ainda não obtivemos resposta.

Publicado na Irmandade do Cachimbo



publicado por Carteiro às 16:25 | link do post | comentar

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